terça-feira, 27 de abril de 2010


NOSSA ETERNA CRIANÇA
Guida Linhares

Que esta criança cheia de dengo,
tenha olhos de ver alegria e bons motivos para sorrir.
Que veja a vida como um arco-íris pincelado a cada amanhecer.

Que o seu coração, tenha os pincéis do amor prontos a traçar caminhos
que levam à eterna ventura de sentir-se parte integrante da natureza,
plena de amorosidade e de um suave compartilhar de sonhos e quimeras.

Que Deus ilumine a criança que há em nós,
que gostava de brincar de esconde-esconde,
empinar pipas, pega-pega, amarelinha,
pisar nas poças d`água e bailar na chuva cantando.

Que ela possa rir de si mesma,
por ter caminhado tanto, entre alegrias e sofrimentos,
mas continuar sendo a eterna criança.



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quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIANTE DA MORTE
Guida Linhares


Ela viveu uma vida dedicada à família, contudo guardava mágoas e tristes recordações da infância, que a perseguiram pelos anos e deixavam sempre marcas tristonhas em seu fechado rosto. Poucas vezes mostrava na face, a alegria pelo prazer de viver e por ter construído uma linda família.

Os fantasmas do passado permaneciam ao seu lado e de certa forma influenciavam seu estado de ânimo, e muitas vezes ela falava palavras rudes e de desalento, para quem estivesse ao seu lado. Tantas vezes se indispôs mesmo com as pessoas próximas, mas que a amavam muito e exercitavam a paciência e tolerância.
Eu a visitei algumas vezes ao longo dos anos e mesmo sentindo que nos gostávamos, ela sempre se mostrava distante e indiferente às palavras e aos toques carinhosos, mantendo um olhar desafiador, como se toda a verdade fosse apenas a sua.
Poucas visitas me fez, e com o tempo também fui rareando, pois o prazer que deveria ser a tônica da companhia era substituído por uma angústia pela não aceitação de uma mudança de ótica de vida, e por uma falta de intercâmbio, de aceitação de novas idéias.
Fazia anos que não a via. O filho ligou no começo de janeiro, para dizer que a mãe estava muito mal no hospital e fui visitá-la. A família lá estava carinhosa como sempre e ela na cama com aquele seu ar ausente, aquele orgulho de sempre estampado no rosto, aquele riso de desdém para com a vida.
Nos momentos em que ali estive fiquei refletindo sobre a felicidade que ronda as pessoas que muitas vezes nem se dão conta de que são felizes. Uma família unida, marido carinhoso e sempre presente, filhos que nunca deram trabalho e se tornaram homens de bem, noras amorosas e netos alegres, que muito a amavam.
Mulher feliz que conseguiu aglutinar em torno de si tantos seres queridos, mas que mesmo assim, conservou seus fantasmas do passado. Talvez se os tivesse eliminado, ao receber as bençãos da vida, tivesse vivido uma vida mais alegre, sentindo o quando era amada e o quanto a família se preocupava com ela e com seus instáveis estados de humor.
Fui a ultima pessoa a vê-la com vida na UTI, e nos momentos em que lá estive, procurei dizer palavras doces sobre a nova vida, já que ela estava resistindo à morte, há doze dias, para espanto dos médicos. Seu estado de saúde era muito precário, estava bastante inchada e respirando através dos aparelhos.

Senti que estava diante da morte, e pensei na fragilidade da vida. No quanto deixamos de fazer tantas coisas por conta do orgulho, da arrogância e da autosuficiência e perdemos a oportunidade de sermos mais felizes, em companhia dos parentes e amigos.
A vida é fugaz e passageira e a única certeza que temos, verdade absoluta, é que a nossa hora derradeira um dia vai chegar. Que nos encontre com a certeza de que tentamos fazer da nossa existência, um jardim florido e perfumado,onde as borboletas vieram celebrar a vida.

Santos/SP/Brasil
01/02/07



domingo, 18 de abril de 2010





SÓ DÊ OUVIDOS A QUEM TE AMA
Padre Fábio de Melo

Só dê ouvidos a quem te ama. Outras opiniões, se não fundamentadas no amor, podem representar perigo. Tem gente que vive dando palpite na vida dos outros. O faz porque não é capaz de viver bem a sua própria vida. É especialista em receitas mágicas de felicidade, de realização, mas quando precisa fazer a receita dar certo na sua própria história, fracassa.

Tem gente que gosta de fazer a vida alheia a pauta principal de seus assuntos. Tem solução para todos os problemas da humanidade, menos para os seus. Dá conselhos, propõe soluções, articula, multiplica, subtrai, faz de tudo para que o outro faça o que ele quer.

Só dê ouvidos a quem te ama, repito. Cuidado com as acusações de quem não te conhece. Não coloque sua atenção em frases que te acusam injustamente. Há muitos que vão feridos pela vida porque não souberam esquecer os insultos maldosos. Prenderam a atenção nas palavras agressivas e acreditaram no conteúdo mentiroso delas.
Há muitos que carregam o fardo permanente da irrealização porque não se tornaram capazes de esquecer a palavra maldita, o insulto agressor. Por isso repito: só dê ouvidos a quem te ama. Não se ocupe demais com as opiniões de pessoas estranhas. Só a cumplicidade e conhecimento mútuo pode autorizar alguém a dizer alguma coisa a respeito do outro.

Ando pensando no poder das palavras. Há palavras que bendizem, outras que maldizem. Descubro cada vez mais que Jesus era especialista em palavras benditas. Quero ser também. Além de bendizer com a palavra, Ele também era capaz de fazer esquecer a palavra que amaldiçoou. Evangelizar consiste em fazer o outro esquecer o que nele não presta, e que a palavra maldita insiste em lembrar.

Quero viver para fazer esquecer... Queira também. Nem sempre eu consigo, mas eu não desisto. Não desista também. Há mais beleza em construir que destruir.

Repito: só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo.

Só mais uma coisa. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza dos avessos que nem sempre tu revelas.

O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito.



PESQUISA

http://www.pensador.info/autor/Pe._Fabio_de_Melo/



SOPAS

Rubem Alves

Se Deus me dissesse para escolher a comida que eu iria comer no céu, por toda a eternidade, eu não teria um segundo de hesitação: escolheria sopa. Camarão, picanha maturada, salmão à Dali, os pratos mais refinados: tudo me seria insuportável após umas poucas repetições. Mas não é assim com as sopas. Posso tomar sopa por toda a eternidade, sem me cansar.

Minha relação com as sopas é mais que gastronômica: é uma relação de ternura. Elas me reconduzem à cozinha de minha casa de menino, ao fogão de lenha, às tardes de inverno. A janta (janta, mesmo; jantar é coisa de rico) era servida às 5 da tarde. Ah! Uma sopa quente que se toma numa tarde fria é uma lareira que se acende no estômago. O calor, aos poucos, se espalha pelo corpo. Com umas gotinhas de pimenta, então, ele se transforma em suor, e se a gente não usa o guardanapo a tempo, as gotas de suor na testa acabam por cair no prato da sopa...

Para mim a sopa é um sacramento de intimidade: um objeto físico, presente, no qual vive uma felicidade que se teve, ausente. A sopa quente me transporta para outros lugares, outros tempos. Faço e gosto de sopas frias. Sopa fria de maçã, por exemplo, tem um sabor exótico. Agrada-me ao paladar. Mas falta a essas sopas sofisticadas o elemento sacramental: elas não me levam a lugar algum. Falta-lhes o calor para me reconduzir ao espaço de intimidade.

Sopa é comida de pobre. Sopa fina, creme de aspargos, creme de palmito, sopa gelada de maçã, é nobreza posterior. As sopas fundamentais se fazem com sobras. Sobra, é só pobre quem guarda. Sopa é comida de guerra, de fome, quando qualquer raspa de comida é bem precioso, que não pode ser perdido. Rico não guarda sobra. Não precisa. É humilhante. Sobra de rico vai para o lixo. Sobra de pobre vai para o caldeirão de sopa. As sopas fundamentais se fazem com sobras, destinadas ao lixo. A sopa é uma poção mágica por meio da qual o que estava perdido é salvo da perdição e reconduzido à circulação da vida e do prazer.

A imaginação de Bachelard diz que a matéria também imagina. A água imagina arcos-íris. As sementes imaginam flores e árvores. O mármore imagina ‘Beijos’ (Rodin) e Pietás (Miguel Ângelo). O rios imaginam nuvens (Heládio Brito). As comidas também imaginam. O churrasco imagina espetos, facas, garfos: objetos fálicos, masculinos, infernais. O churrasco precisa de perfurações, cortes, dilacerações. As mandíbulas lutam com a carne. A carne resiste.

Já a sopa é mansa. Não é para ser comida. A colher é um côncavo, um vazio, o feminino. Nada é perfurado. O gesto é o de ‘colher’: a colher colhe, sem violência. Sempre tive implicância com uma etiqueta snob, para a tomação de sopa: que o delicado é tomar a sopa com o lado da colher, e não com o bico. Ora, ora - eu argumentava - por analogia a gente deveria comer comida sólida com o lado do garfo - o que não é possível. De fato. Não é possível. É que o garfo pertence à ordem dos talheres pontiagudos, perfurantes: entram pela frente. A colher pertence à ordem dos talheres discretos e modestos: entram pelo lado, mansamente...

Salvador Dali, quando menino, sonhava em ser cozinheiro. Preferiu a pintura e produziu suas maravilhosas telas surrealistas. O realismo, em pintura, se constrói sobre o pressuposto de que as coisas são aquilo que parecem ser, nem mais e nem menos. Os olhos, diante de uma tela realista, jamais experimentam a surpresa do impossível ou do impensado. O realismo confirma aquilo que os olhos comumente vêem. O surrealismo, ao contrário, acha que aquilo que os olhos comumente vêem é muito pouco: se olharmos com atenção perceberemos que as coisas são, ao mesmo tempo, o que são e também outras: elefantes se refletem nas águas de um lago como cisnes, cenários compõem o corpo erótico de uma mulher, o corpo de Cristo é transparente e através dele se vêem mares, montanhas e barcos. O realismo confirma o criado. O surrealismo recria o criado.

As sopas são a versão culinária do surrealismo. Tivesse realizado sua vocação primeira, Salvador Dali seria um especialista em sopas. Pois as sopas se fazem negando as coisas, na sua realidade natural bruta e transformando-as por meios das relações insólitas que o caldo torna possíveis. O caldo da sopa é o meio mágico que junta no caldeirão aquilo que, na natureza, nasceu separado. Creio ser impossível catalogar as combinações possíveis: fubá, trigo, batata, alho, cebola, nabo, cenoura, tomate, ervilha, ovo, abóbora, mandioca, cará, inhame, carne, peixe, galinha, mariscos, repolho, couve, beterraba, aspargo, palmito, feijão, arroz, queijo, azeitona, pão, maçã, abacate, temperos, pimentas, orégano, tandore - uma canja verdadeira não é canja se lhe faltarem algumas folhinhas de hortelã. E é preciso não nos esquecermos que sopa é a única comida que pode ser feita com pedra, como nos é relatado numa das estórias clássicas que se conta para crianças e adultos.

Gosto das sopas, ainda, por serem elas entidades do mundo dos magos, bruxas e feiticeiros. No mundo mágico não se usa churrasco. Magos, bruxas e feiticeiros fazem suas poções em enormes caldeirões de sopa, como é o caso de Panoramix, druida do Asterix e do Obelix, que prepara sua beberragem de força imbatível num caldeirão de sopa fervente.

Prefiro as sopas rústicas - e fazê-las me dá um grande prazer. A sopa de fubá em suas múltiplas versões, o caldo verde, a canja com hortelã, a multicolorida sopa de legumes: sopas são sempre uma alegria. As sopas rústicas dão permissão para se jogar nelas o pão picado. Haverá coisa mais feliz que isso? Reuno-me com alguns amigos, às 3as. feiras, para ler poesia, ao redor de um prato de sopa.

Uma última informação: sopas são remédios maravilhosos contra depressão. Quando a sopa quente, cheirosa, colorida e apimentada, bate no estômago, a tristeza se vai e a alegria volta. Não há melancolia que resista à magia de um prato de sopa...

(Concerto para corpo e alma, p. 69.)




PESQUISA

Imagem I > http://www.megeras.com/index.php?blogid=1&query=para

Imagem II > http://www.rubemalves.com.br

Texto > http://www.rubemalves.com.br/sopas.htm


sábado, 17 de abril de 2010


FAÇO, LOGO EXISTO
( o que vale é a ação)
Roberta Faria

Quando conto que sou filha de médico, geralmente pensam que venho de família rica. Não é o caso. Meu pai dedicou a carreira à saúde pública. Hoje, é o único médico na sua região, no interior de Santa Catarina, a cuidar de pacientes com HIV positivo. Como a maioria dos profissionais de postos de saúde brasileiros, ele ganha pouco. Comprou uma Brasília quando eu nasci e só a trocou quando nós duas fizemos 18 anos. Com três filhos, foi ter casa própria perto de completar 50 anos. Nunca tivemos luxos: viagem de férias era pegar um ônibus para visitar parentes, roupas e livros eram herdados - essas coisas da classe média.

Não precisava ter sido assim. Ele poderia, como muitos colegas, virar médico particular e cobrar 200 reais a consulta, e teríamos até casa na praia. Só que ele não admite isso, porque acha que as pessoas têm o direito de ser bem atendidas, no sistema público. Por esse ideal, armou brigas quixotescas e perdeu trabalhos. Mas é adorado pelos pacientes. E acha que dinheiro nenhum vale sua ética.

Sempre me orgulhei dele. Mas, durante a adolescência, dei razão para minha mãe: ele bem podia ser menos teimoso, dividir o tempo com um consultório. Eu não chegava a reclamar, mas no fundo queria coisas que ele não podia comprar, e morria de vergonha da Brasília enferrujada.

Quis para mim uma vida mais bem-sucedida. E tive, por sorte e esforço, um primeiro emprego incrível - um trainee sonho de consumo de jornalistas recém-formados. A cenoura do sucesso brilhou na minha frente, e, por algum tempo, a vida pareceu muito boa nesse caminho. Até o dia em que as emoções da conquista se esgotaram. Passei a me sentir inquieta. E culpada: afinal, eu tinha tudo...

Foi no momento em que me perguntei: "por que faço o que faço?" que eu entendi o problema: não estava fazendo meu trabalho por nenhuma razão importante. Era por status, por dinheiro, para ver meu nome impresso em uma revista famosa. Era porque todo mundo achava aquele trabalho uma honra, e eu não conhecia outra versão do sucesso que não fosse fazer uma bela carreira, em uma grande empresa, nas redações mais famosas.

Então comecei a pensar no meu pai. Que trabalha até hoje - ele tem 67 anos e não se aposenta - não pelo salário nem pelo reconhecimento, mas por seus valores (e só por eles). Entendi, finalmente, por que o doutor Roberto havia sido tão turrão - e como tinha toda razão.

Pedi demissão. Pouco depois, por sorte, encontrei alguém - o Rodrigo, "pai" da Sorria - com a mesma vontade de fazer diferente. Juntos, criamos a Editora MOL. No caminho, reunimos pessoas que, como nós, estavam procurando outra versão do sucesso - como o Dílson, editor da revista e um dos meus melhores amigos, que largou um caminho seguro para me acompanhar nessa aventura.

Provavelmente estaríamos ganhando melhor e sendo mais respeitados por nossos pares se tivéssemos perseguido a versão tradicional do sucesso. Mas ela não é a que nos satisfaz. Somos mais felizes em um lugar pequeno, onde estamos entre amigos, fazemos coisas que achamos úteis e boas para as pessoas, do jeito que acreditamos ser o certo. Um lugar que não é o melhor do mundo, eu sei, mas é onde temos a chance de construir um mundo melhor, uma vida melhor, segundo as nossas próprias medidas.

Eu entendi, enfim, que não preciso ser bem-sucedida: preciso é ser realizada. Até agora, isso significou repetir o caminho do meu pai: também moro de aluguel, não tenho carro, só viajo para visitar a família, e minha filha não exibe as coisas da moda que as colegas têm. Espero conseguir um pouco mais, é claro. Mas nunca ao custo do que realmente importa: saber, todos os dias, por que faço o que faço - e poder me orgulhar (muito) disso.

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Roberta Faria é editora-chefe da revista SORRIA - para ser feliz agora - uma publicação bimestral da Editora MOL Ltda. A revista é vendida somente nas lojas da rede Droga Raia nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. O valor pago pelo preço de capa (R$ 2,50) é, descontados os devidos impostos, 100% doado ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

Editorial da Revista Sorria - para ser feliz agora - edição 13 - abril/maio 2010.

Texto recebido via e-mail!



quinta-feira, 15 de abril de 2010

Pensamento....


Cada um de nós é singular em si mesmo.
Contudo é preciso se autoconhecer melhor
para que as influências do meio e das pessoas
não afetem a personalidade de cada um.

Guida Linhares


Série: Utilidade Pública > Gripe Suina


REFORÇO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO

Um organismo saudável, com uma boa imunidade, os sintomas da gripe costumam ser mais leves e o risco de mortalidade é bem menor.

A forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável.

Alguns alimentos ajudam a estimular a ação do sistema imunológico e potencializam o seu bom funcionamento.

Veja algumas dicas para aumentar a sua imunidade:

Tome pelo menos 1 litro e meio de água por dia, pois manter as vias aéreas úmidas afastam o vírus;

Evite tomar muito leite quando estiver resfriado pois ele produz muito muco, dificultando a cura;

Aumente o consumo de iogurte natural, ele é excelente para o sistema imunológico, além de ser fonte de cálcio;

Aumente a quantidade de cebola na sua alimentação, ela possui propriedades importantes para o combate a gripes e resfriados;

Consuma mais alho na sua alimentação, seus compostos ajudam a fortalecer o sistema imunológico;

Aumente o consumo de alimentos ricos em betacaroteno (cenoura, laranja, damasco, beterraba,espinafre, mamão e couve) e alimentos fontes de zinco (fígado de boi e semente de abóbora);

Consuma mais frutas e verduras diariamente;

Coloque na sua alimentação alimentos fontes de ácido graxo ômega-3 (sardinha, atum, salmão, bacalhau, etc), são excelentes para o sistema imunológico;

O cogumelo Shiitake e o gengibre possuem excelentes efeitos anti-virais;

Evite alimentos gordurosos pois eles deixam o sistema imunológico debilitado;

Há muitos comentários sobre o fato do chá de erva doce ajudar a combater o vírus da Gripe A (H1N1), popularmente conhecida como Gripe Suína, pois o medicamento Tamiflu, apresenta em sua composição o Anis estrelado, semelhante à erva doce encontrada no Brasil.

A erva doce possui muitas propriedades benéficas para o nosso corpo, inclusive auxiliando na proteção do nosso corpo, mas ela não deverá substituir a assistência médica adequada em casos de suspeita de gripe suína.

Além da alimentação, é importante manter alguns hábitos de higiene como lavar bem as mãos, manter a casa bem arejada, evitar ambientes fechados e aglomerados e evitar tossir ou espirrar sem o auxílio de um lenço de papel.

Com estes cuidados, a gripe suína ou qualquer outro tipo de gripe ficarão longe de você.

PESQUISA > http://www.dietalight.net/2009/07/21/dieta-contra-a-gripe-suina-alimentos-aumentam-imunidade/